Mostrar mensagens com a etiqueta friendship. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta friendship. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Nunca me habituo a ver uma parte de mim ir embora. Ainda que cheia de medos, é mais fácil ir do que ficar.
E não é só no escuro que fazes falta. É bem à luz do dia, quando todas as falhas estão expostas, que preciso daquele conforto escuro. Daqueles braços maiores que eu. Daquele cheiro que significa calma. Daquele "oh bicho" que me deixa desarmada.
Conto os dias para me deitar na tua concha, ficar só a existir e a sentir o teu calor.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Podia fingir que não me incomoda, mas incomoda. Tu estás no teu mundo e eu estou no meu. Estamos lado a lado, mas em sintonias completamente diferentes, Sei que não serve de nada dizer, mas incomoda-me.
É como uma cama vazia: olho para lá e vejo os teus contornos nos lençóis; recordo o  conforto e o calor. Pestanejo, caio em mim e tu não estás lá.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

 É tão desapontante quando me chego a ti e só recebo um comporta-te. Faz-me querer chorar. Minutos depois, chegas-te tu a mim, como se nunca nada tivesse acontecido. Não posso permitir que te esqueças do que me fizeste há minutos atrás. Uma vez mais, faz-me querer chorar. Quando só quero fazer as coisas bem, tudo corre mal e tu só criticas, não tens uma ponta de amor, pensando que também te poderia acontecer a ti e que isto não é/foi o fim do mundo. É tão desapontante contar com o teu calor e receber sempre o teu frio e vazio. Dá-me a volta ao estômago, um nó na garganta, faz-me querer chorar. Mas talvez o problema seja meu; talvez tenha de ficar mais fria, talvez tenha de virar o meu mundo e as minhas vontades de pernas para o ar. Assim talvez tudo te faça sentido, mesmo que a mim não faça. Mas que se lixe: como de costume, o que importa és tu.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Para 2016, o que te peço é que cuides de mim. Sabes como sou rabugenta e teimosa, sempre a querer ver e fazer as coisas à minha maneira e como isso nem sempre dá bom resultado. Sou profissional em começar a fugir quando tenho medo, quando mais preciso que me agarres e me reconfortes. E o problema é que às vezes escondo isso muito bem. Mas lembra-te de mim, lembra-te dos meus pormenores, lembra-te dos meus medos.
Cuida de mim, mesmo que pareça que eu não preciso.

Li isto e fiquei inspirada: http://jafoste.net/cuida-de-mim-mesmo-que-eu-as-vezes-pareca-nao-precisar/

quarta-feira, 24 de junho de 2015

365 novas oportunidades de reconhecer o erro, a falha, a realidade e a ausência. 365 oportunidades de desligar o botão da tristeza e seguir em frente, ter a resiliência necessária para fazer de mim alguém decente. 365 oportunidades de cair e de me voltar a levantar.

domingo, 24 de maio de 2015




Talvez o problema seja meu, talvez seja por isso que não tenho amigos. É do meu feitio de merda? Do mau humor matinal? Será por não querer mais ser pisada e às vezes responder como não devia?
Não queria voltar a ficar sozinha no meio de tanta gente, mas se calhar é mesmo isso que está a acontecer outra vez. Não sou agradável, nobody wants to stick around. Como é que eu lido com isso? Como?!
Devo manter-me fiel a mim mesma ou devo mudar para manter quem eu queria à minha volta?

terça-feira, 22 de julho de 2014

Talvez seja da minha personalidade. Ou então talvez não e eu esteja simplesmente destinada a falhar. Não consigo comunicar com eficácia, não tenho vontade de sair de onde me encontro, apesar de querer abraçar o mundo e seguir para a frente com a vida, tentando alcançar algo glorioso - glorioso para o meu mundo, não para o mundo dos outros. Seria já uma grande vitória conseguir ter vontade de me levantar de manhã e encarar a vida com um sorriso. Tão pouca luz, tanta escuridão e apatia. Não há felicidade onde me agarrar, não há conforto, há solidão, há tristeza.
Tomorrow will be better, é esse o lema. Perdoa-me, mas não é isso que sinto.

sábado, 28 de junho de 2014









a minha cabeça está vazia, outra vez. é estranho e um bocado assustador. oiço música bem alto para não me aperceber assim tanto desse vazio, desse silêncio que se instalou talvez para ficar. tenho medo.
talvez um dia isto melhore.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Não vou ser a primeira a ceder, uma vez mais. Não interessa se é correto ou incorreto, se devia ou não devia. Não hei de ser a primeira. Quero que corras atrás, que mostres que realmente vais fazer o que disseste e que me vais dar alguma atenção depois de me teres ignorado durante tanto tempo.
E não, não te vou dizer à primeira, nem à segunda, nem à terceira porque é que fiquei assim. Expuseste num instante e muito prontamente tudo aquilo que me magoa, desagrada, enfurece e rebaixa em mim, golpe baixo pelo qual vais pagar bem caro (ou talvez não).  Sabes bem o que disseste, sabes quem sou e como sou - tu própria o afirmaste. Assim sendo, vou deixar-te a pensar, a refletir sobre as tuas palavras e quando sentires que é necessário, fala-me. Até lá não saberás de mim, sei que será um alívio para ti, antes de qualquer outra coisa. Espero que tenhas uma boa noite, hasta la vista baby.

E não voltes a fazer o que fizeste tão cedo.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013



  Por vezes pensar torna-se difícil; respirar torna-se difícil; caminhar torna-se difícil; não querer adormecer para sempre torna-se difícil.
  Os nossos fortes castelos de areia começam a desfazer-se ao mais suave toque da onda, que vai e vem e ameaça levar tudo com ela. Começa com pequenos fragmentos tirados daqui e dali, levados para as redondezas.
  De seguida, leva bocados maiores para mais longe, como se fosse ganhando confiança para levar o que não lhe pertence. Por fim, acaba a transformar os nossos castelos em amontoados desfigurados de areia sem significado, aquilo que eram antes de tudo ter começado.
  Depois disso, cabe apenas às antigas mãos habilidosas voltar a erguer o que foi desfeito ou, então, deixar perdido aquilo que outrora foi tão robusto.

domingo, 28 de julho de 2013

  Provavelmente, a maioria das pessoas sentir-se-ia livre e feliz por estar longe e "desligada" da outra pessoa. Assim podia fazer tudo o que quisesse e bem lhe apetecesse sem ter de dar justificações, faria tudo sem que o outro soubesse. Liberdade e descanso total.
  However, eu não me sinto assim. Não vou ter mais do que as antigas mensagens dela, algumas fotografias, as minhas memórias colecionadas e desorganizadas, as cartas e as prendas. Nem sequer vou ter o cheiro dela... Nem a voz...
  Uma semana inteira de isolamento. Deprimente. Irritante também, porque não o escolhi, foi-me impingido. Seja o que Deus quiser, como acaba sempre por ser. No fundo, é só uma semana.
  Espero que passe rápido.


*acenda-se uma vela pelas saudades que tenho de te abraçar*

domingo, 24 de fevereiro de 2013

O problema é quando queremos ficar e alguém nos empurra para ir embora. É assim tão errado amar-te?
O caminho mais fácil para as pessoas exteriores era acabar tudo num suspiro, sem mais nem menos; para mim é ficar e forçar para que tu fiques mas isso não é justo. O que devo eu fazer? Amor egoísta ou amor altruísta...
Se te deixar ir, tenho medo que não voltes por não te sentires amada, tenho medo que escolhas outra pessoa, dita normal, e que assim até acabes por ser mais feliz - tu, a tua família e o teu novo amor, completamente em harmonia. Fazer-te ficar será bom mas ao mesmo tempo mau, será como o céu no inferno. Suportarás tu esse inferno? Ou preferirás abdicar do teu céu e encontrares assim um lugar de paz na tua própria casa? Não posso ser uma destruidora de lares mas, no fundo, é isso que eu sou.
Repete-se a pergunta, amor egoísta ou amor altruísta?

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

ainda fico com os olhos cheios de lágrimas de cada vez que me lembro quão perto estive de te perder

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Yin e Yang; sol e lua; noite e dia; vida e morte; amor e ódio. A simetria perfeita da biologia, o elemento comum da simetria, a complementaridade, a equidistância. Fica, para que nos possamos completar.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Porque é que tem de haver sempre alguma coisa que corre mal? Há sempre uma porra de uma discussão que deixa tudo mal ou faz com que nasçam dúvidas onde não existiam. Só quero sair daqui, adormecer e só voltar a acordar quando tudo estiver bem outra vez.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Já há algum tempo que andava para te escrever alguma coisa aqui.
Começámos de uma maneira inesperada e de certo modo, bastante desequilibrada mas com o tempo isso corrigiu-se. Deixaste de ser a pessoa que me era indiferente e, por vezes, odiada, para passares a ser a pessoa mais amada e valorizada. Não foi súbito, não aconteceu de um momento para o outro; foste ganhando o teu espaço, a tua importância, e agora és tu a minha preocupação.
Eu sei que faço asneira vezes demais, escolho as opções erradas, faço afirmações fora de tempo e às vezes até arranjo problemas onde eles não existem, mas isso só acontece porque eu quero que esta amizade seja a amizade. Muitas vezes é difícil, há traços da personalidade de ambas que chocam e há opiniões divergentes que nunca escondemos, mas o que seria esta amizade sem essa frontalidade? É isso que me deixa feliz. É sempre melhor um acordo do que um dos lados.
A tua ausência não é algo que se possa explicar com o simples uso das palavras; vai muito para além disso. É uma coisa estranha, sabes? És demasiado preciosa para que a distância possa arruinar isso. Pode tornar tudo um pouco mais difícil mas não acaba com nada, a não com as dúvidas que existiam. Mas esta amizade é como tudo: tem altos e baixos, momentos mais que felizes e momentos de crise, mas o facto de haver momentos de discordância não significa que sejas menos importante.
Tu tens um lugar no meu coração, conquistado com mérito, e ninguém to vai tirar nem ninguém te vai substituir. És a minha pessoa, nunca duvides disso. Tenho imenso orgulho em ti; nunca desistas, sim?
Amo-te pessoa, foi uma homenagem merecida ∞

terça-feira, 12 de junho de 2012

Patética e infantil, a mesma de sempre, sem nunca mudar. Dá tudo e espera receber tudo de volta sem que isso alguma vez chegue a acontecer. Magoada e frustrada, vai ser sempre assim, sempre. Mas não faz mal, não há nada com que ela saiba lidar melhor do que isso.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Tudo acontece por alguma razão e desta vez, tudo isto apenas aconteceu para me mostrar que não preciso de ter medo de ti. Não me estás a perder e não me vais perder, estou mais calma agora e percebo isso com clareza. Agora quem tem medo de te perder sou eu. E tu, estás bem?