sábado, 28 de junho de 2014









a minha cabeça está vazia, outra vez. é estranho e um bocado assustador. oiço música bem alto para não me aperceber assim tanto desse vazio, desse silêncio que se instalou talvez para ficar. tenho medo.
talvez um dia isto melhore.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Não vou ser a primeira a ceder, uma vez mais. Não interessa se é correto ou incorreto, se devia ou não devia. Não hei de ser a primeira. Quero que corras atrás, que mostres que realmente vais fazer o que disseste e que me vais dar alguma atenção depois de me teres ignorado durante tanto tempo.
E não, não te vou dizer à primeira, nem à segunda, nem à terceira porque é que fiquei assim. Expuseste num instante e muito prontamente tudo aquilo que me magoa, desagrada, enfurece e rebaixa em mim, golpe baixo pelo qual vais pagar bem caro (ou talvez não).  Sabes bem o que disseste, sabes quem sou e como sou - tu própria o afirmaste. Assim sendo, vou deixar-te a pensar, a refletir sobre as tuas palavras e quando sentires que é necessário, fala-me. Até lá não saberás de mim, sei que será um alívio para ti, antes de qualquer outra coisa. Espero que tenhas uma boa noite, hasta la vista baby.

E não voltes a fazer o que fizeste tão cedo.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013



  Por vezes pensar torna-se difícil; respirar torna-se difícil; caminhar torna-se difícil; não querer adormecer para sempre torna-se difícil.
  Os nossos fortes castelos de areia começam a desfazer-se ao mais suave toque da onda, que vai e vem e ameaça levar tudo com ela. Começa com pequenos fragmentos tirados daqui e dali, levados para as redondezas.
  De seguida, leva bocados maiores para mais longe, como se fosse ganhando confiança para levar o que não lhe pertence. Por fim, acaba a transformar os nossos castelos em amontoados desfigurados de areia sem significado, aquilo que eram antes de tudo ter começado.
  Depois disso, cabe apenas às antigas mãos habilidosas voltar a erguer o que foi desfeito ou, então, deixar perdido aquilo que outrora foi tão robusto.

domingo, 4 de agosto de 2013





só tenho saudades tuas, será que não percebes isso?

domingo, 28 de julho de 2013

  Provavelmente, a maioria das pessoas sentir-se-ia livre e feliz por estar longe e "desligada" da outra pessoa. Assim podia fazer tudo o que quisesse e bem lhe apetecesse sem ter de dar justificações, faria tudo sem que o outro soubesse. Liberdade e descanso total.
  However, eu não me sinto assim. Não vou ter mais do que as antigas mensagens dela, algumas fotografias, as minhas memórias colecionadas e desorganizadas, as cartas e as prendas. Nem sequer vou ter o cheiro dela... Nem a voz...
  Uma semana inteira de isolamento. Deprimente. Irritante também, porque não o escolhi, foi-me impingido. Seja o que Deus quiser, como acaba sempre por ser. No fundo, é só uma semana.
  Espero que passe rápido.


*acenda-se uma vela pelas saudades que tenho de te abraçar*

sábado, 27 de abril de 2013